A vida nos exige coragem e flexibilidade, nos colocar como humanos com
erros, limites, acertos e potencialidades nos faz deixar o outro,
também, ser apenas humanos e que tem, também, seus limites e erros como
grandes potencialidades.
Chamo isso de tolerância que não é
aceitação( aceitar não é muito fácil) nem submissão ( posição de vitima e
dependente do outro) e sim tolerar,
tolerar o outro com seu modo de ser, tolerar o que a vida nos dá e fazer
o melhor que for possível. Aprender com os erros. Qual é o outro lado
da moeda?
“ O ser humano tem o dever de ser feliz. E, para
isso, o dever de reconciliar-se com o mundo, lamentando menos, esperando
menos, amando mais. AMOR PELO O QUE É. Neste amor vivemos melhor. No
amor ao poder vivemos pior." Autor Desconhecido
Reflexão por: Camila Lobato - Terapeuta Sistêmica do NASS
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Você já pensou em procurar a pessoa errada para sua vida?
Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivencia
e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho!
Chega na hora certa, fala as coisas certas,
faz as coisas certas, mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor...
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
que é pra na hora que vocês se encontrarem
a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo,
porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo...
E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra
gente...
Luis Fernando Veríssimo
e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho!
Chega na hora certa, fala as coisas certas,
faz as coisas certas, mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor...
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
que é pra na hora que vocês se encontrarem
a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo,
porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo...
E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra
gente...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
AMOR, RESPEITO E LIBERDADE
"Aquilo
que é do outro, e faz parte do outro, só pode ser transformado pelo outro e
será compreendido e aceito por mim, dentro dos meus limites.
Posso falar ao outro como me sinto em relação ao que ele faz ou diz.
Mas não tenho o poder de controlar o que ele faz ou diz.
Não posso afirmar: "aquilo que você fez ou disse me feriu".
Eu é que me feri com aquilo que o outro fez ou disse.
Sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos.
Sou dono das minhas atitudes, pensamentos e palavras.
Não é coerente dizer que fiz algo com alguém só porque alguém fez outra coisa comigo primeiro.
Agindo assim sou apenas resposta e eco. É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.
É mais sensato perceber que sou senhor das minhas ações, e se faço ou fiz algo sou o grande responsável por isso.
Reconheço que as rédeas do meu destino estão em minhas mãos.
E me recuso a segurar as rédeas do destino do outro.
Busco o amor em sua mais bela expressão.
E por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro.
Quero amar com liberdade.
Quero amar com plenitude.
Quero amar antes de tudo porque é bom amar."
(Kali Mascarenhas - Terapeuta, Conferencista e Consultor Master
Practtioner e Trainer em PNL - Salvador/BA)
Posso falar ao outro como me sinto em relação ao que ele faz ou diz.
Mas não tenho o poder de controlar o que ele faz ou diz.
Não posso afirmar: "aquilo que você fez ou disse me feriu".
Eu é que me feri com aquilo que o outro fez ou disse.
Sou dono das minhas emoções, sensações e sentimentos.
Sou dono das minhas atitudes, pensamentos e palavras.
Não é coerente dizer que fiz algo com alguém só porque alguém fez outra coisa comigo primeiro.
Agindo assim sou apenas resposta e eco. É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir.
É mais sensato perceber que sou senhor das minhas ações, e se faço ou fiz algo sou o grande responsável por isso.
Reconheço que as rédeas do meu destino estão em minhas mãos.
E me recuso a segurar as rédeas do destino do outro.
Busco o amor em sua mais bela expressão.
E por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro.
Quero amar com liberdade.
Quero amar com plenitude.
Quero amar antes de tudo porque é bom amar."
(Kali Mascarenhas - Terapeuta, Conferencista e Consultor Master
Practtioner e Trainer em PNL - Salvador/BA)
Postado por: Camila Lobato
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
NÃO, FILHO, NÃO, NÃO E NÃO
Dias desses, buscando minhas filhas na escola,
presenciei uma grande birra de uma criança do maternal, possivelmente com dois
ou três anos. A criança não aceitava sentar no banco traseiro do carro e dotada
de uma saudável garganta irritava a todos que passavam pelo estacionamento.
Para encurtar a narrativa, o carro partiu com a mãe dirigindo, a criança no
banco do passageiro e a avó no banco traseiro do carro. A cena pode ser
diversificada pelos atores ou pelo espaço mas o final muito me preocupa: por
que a grande maioria dos pais não consegue dizer não aos filhos? Por que cada
vez mais, crianças em idades tão prematuras manipulam todo o contexto familiar?
Parece-me que para muitos pais frustrar
momentaneamente os filhos é sinônimo de fazer filhos infelizes. Será que estar
sorrindo sempre, em todos os momentos, satisfeitos por seus desejos atendidos é
sinal de felicidade? Será que os pais acreditam que é papel dos pais “dar”
felicidade? Pode ser alguém responsável pela felicidade de outro? Por que é tão
difícil estabelecer limites aos filhos mesmo que ainda bebês? Será que essa mãe
que não consegue colocar o filho de dois anos no banco traseiro do carro vai
conseguir livrá-lo das drogas aos treze? Será que muitos pais presenteiam seus
filhos em exagero, tantos brinquedos, tantos equipamentos, tantas roupas e
calçados, pensando que isso os farão felizes? Será que o sorriso de uma criança
que acaba de ganhar o centésimo brinquedo é sinal de felicidade? Será que é por
isso que muitos pais diante de um possível fracasso escolar dos filhos, adiam
seus compromissos pessoais para colocar o material do filho em dia, buscam
professoras particulares que trabalhem arduamente nas vésperas de provas ou
ainda telefonam para a escola dizendo que o pobrezinho está com febre e não
poderá comparecer à avaliação?
Ver o filho chorando, gritando, esperneando,
emburrado, triste, ou mesmo de carinha fechada após ter algum pedido negado
pelos pais pode ser dolorido demais para alguns pais que se sentem causadores
de dor ou tristeza. Negar, colocar um limite, apresentar a justiça, a realidade
social, parece ser dramático demais para aqueles que acreditam que “dão”
felicidade. Não seria mais justo pensarmos que o papel dos pais não é “dar”
felicidade mas sim criar condições para que seus filhos sejam felizes? Uma
infância cercada de equilíbrio, amor, educação, saúde, segurança, alimentação,
justiça, valores, limites, religião, cria condições para a que a felicidade se
concretize. Nesse sentido, os pais são os provedores de grande parte das
condições para o equilíbrio, sobre as quais, cada indivíduo, dotado de livre
arbítrio, escolherá o seu caminho.
Os filhos precisam enfrentar
desafios, desejar, sonhar, frustrar-se, vencer barreiras e etapas, conquistar.
Isso os fará capazes e seguros. Um filho que se frustra e luta para conquistar
seu desejo é como um carro com o tanque cheio de combustível, vai longe. Só que
para encher o tanque é preciso uma parada, uma pausa para reabastecimento. A
auto-estima é o tanque cheio de combustível.
Freqüentemente oriento pais e
avós quanto o uso das expressões “coitadinho” ou “judiação”. Não conheço
“coitadinhos” que tenham alcançado equilíbrio ou sucesso. Coitadinho é
dependente, frágil, depressivo e incapaz. Filho precisa de amor mas de amor
inteligente. Filho precisa de colo mas de colo saudável. Filho precisa de pais
presentes, de orientações, de referenciais. Filho precisa saber que é filho e
não o chefe da casa!Filho precisa ouvir “não” e se entristecer por um instante
para que possa sorrir por uma vida. Feliz é aquele que sabe crescer, mudar,
lutar, adaptar, aprender e vencer diante de um “não” da vida.Felicidade possui
aquele que diante de um “não” da vida passa a pensar diferente, passa a ver com
outros olhos, passa a andar com outras pernas. A vida não nos poupa e ninguém
melhor do ela para nos ensinar!
Texto: Adriane Albuquerque Cirelli - Pedagoga, Psicopedagoga
Clínica e Hospitalar.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
CADA UM TEM DE CARREGAR O PRÓPRIO FARDO
Uma das grandes verdades espirituais é : cada pessoa deve conseguir a sua própria salvação pessoal.Quando uma pessoa de quem você gosta está com problemas, você pode se aproximar para auxiliar na sua cura, mas depois de um certo ponto você não poderá fazer mais nada.Por mais que seja o seu amor, você não pode carregar o fardo de outra pessoa.
O que você tem a fazer quando alguém que você ama está sofrendo?
Em primeiro lugar, afirme que há um propósito por detrás dessa experiência.Saiba que a alma tem alguma lição importante a aprender, o que será de grande valor para essa pessoa.
Em segundo lugar, apesar de não poder intervir diretamente, suas preces e seus pensamentos positivos fazem muita diferença.Visualize o seu amigo cercado de luz e de amor.Esse tipo de cura age diretamente no nível da alma e não encontra resistência por parte da mente consciente.
Finalmente saiba que a proteção Divina está presente.
As forças de luz estão sempre á disposição de quem pede ajuda.Em ultima análise, nenhuma alma pode se perder, todos os que pedem serão guiados á segurança de sua morada espiritual.
AFIRMAÇÕES:
1.Eu assumo a responsabilidade pela minha própria vida.
2.Permito que os outros assumam a responsabilidade pelas suas vidas.
3. Todas as coisas estão agindo em conjunto para o bem na vida das pessoas que amo.
4. Dou aos outros, liberdade para descobrir e seguir os seus próprios caminhos.
5. Livro-me da necessidade de fazer os outros agirem conforme as minhas expextativas.
6.Qual a sua própria afirmação?
( Fonte : Texto trabalhado durante o curso intensivo Trabalhando com Casal e Família - Jaqueline de Cássia -2011)
Nádila Walter - Psicoterapeuta de Família e Casal
terça-feira, 10 de julho de 2012
PARA AMAR E SER AMADO
Amar e ser amado: anseio dos que podem se entregar a este “luxo” ou,
simplesmente, necessidade vital? Eu ousaria apostar na necessidade
vital, ainda que tantas pessoas, ao longo de toda a história, pouco ou
nada experimentam deste tão forte e delicioso sentimento. É ele que nos
humaniza. É a sua ausência que nos torna rudes, hostis, simultaneamente
frágeis e perigosos.
Quando nasce um bebê, estamos diante de um
enorme ponto de interrogação. Aí está ele, com sua bagagem genética a
sugerir tendências e limites, e com uma identidade registrada e
reconhecida (ou não) pela família e em cartório. Não sabemos o que lhe
reserva o futuro, “quem” ele virá a ser e como haverá de viver a sua
vida, pois, para constituir-se e desenvolver-se “como pessoa”, ele
depende dos estímulos e das oportunidades que receber. De como é ou
deixa de ser amado. Em casos desfavoráveis, desumaniza-se, ou nem chega a
se humanizar.
Somos quem somos devido a uma série de oportunidades que, desde o berço, a vida nos oferece. Passo
a passo, aprendemos a nos defender da dor, a suportá-la, a buscar o
prazer, a trilhar caminhos que nos dão a certeza de que viver é muito
bom. Nada disso, porém, é linear, nada disso é fácil. Só que,
além de reconhecermos a complexidade da vida, alguns de nós temos o dom
de complicar as coisas mais simples, de buscar a felicidade onde ela não
está e de projetar as frustrações em possíveis culpados, ao invés de
assumirmos a responsabilidade sobre nossas escolhas.
Amar e ser amado penso que seria o natural, como uma boa semente que
germina e se desenvolve em solo fértil e em clima favorável. O que é
próprio da natureza viva, porém, necessita que sejam cumpridas algumas
pré-condições para atingir o mais pleno esplendor. Muito do que somos e
vivemos está diretamente vinculado a heranças que vêm sendo repassadas
de geração a geração. Nem por isso é válido nos colocarmos no papel de
devedores, vítimas ou vingadores. Afinal, o modo como administramos
nossas possibilidades faz toda a diferença e, se é verdade que, sendo
amados aprendemos a amar, também é verdade que, amando, teremos como
retorno o fato de sermos verdadeiramente amados.
Este, enfim, é o
tema central desta coluna: “Para amar e ser amado”, cujo próximo
encontro será sobre “E por falar em bebês”, tendo como objetivo
repensarmos nossa história pessoal e como ela pode influenciar em nossas
histórias de amor e em nossa sexualidade.
Autora: Iara Camarata Anton
* Iara Camaratta Anton é psicóloga, psicoterapeuta
individual e de casais. Escritora, autora dos livros “A Escolha do
Cônjuge – um entendimento sistêmico e Psicodinâmico”;
“Homem e Mulher – Seus vínculos secretos”; "Cegonha à
Vista! E agora, o que vai ser de mim?...”; “O casal diante do
espelho. Psicoterapia de Casal – teoria e técnica”.
Site: www.iaracamaratta.com.br.
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